quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

deu certo




não se sabe ao certo qual é a dessa balada, mas se sabe que com esses dj's convidados é dificil ficar parado.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Mission accomplished

A verdade é simples: A festa foi um arregaço!! AR RE GA ÇO! 

Queria agradecer a presença de todos. Muito obrigado aos que foram e puderam prestigiar a - nas palavras de muitos - melhor balada do ano. 

MUITO OBRIGADO!

domingo, 30 de novembro de 2008

Questão de gosto: Belo e Feio



...os gestos da vida são feitos com simplicidade e os rostos dos que se levantam cedo são muito comoventes. (Robert Doisneau, 1912-1994)


Outro dia me peguei em uma discussão com um colega de faculdade, o patrício não se conformava com a minha posição sobre a suposta beleza de uma garota.

- Você é esquisito! Ela é demais! – fui obrigado a escutar.

E quem estava certo? Por óbvio que nenhuma das posições era a correta, se é que podemos falar em posição correta.

Etimologicamente, a palavra estética deriva do grego aisthesis, que significa “faculdade de sentir”, “compreensão pelos sentidos”, ou ainda “percepção totalizante”. Como podemos extrair então os conceitos de belo e feio?

Através dos anos os filófosos discutiam sobre a beleza. Houve aqueles que defendiam a objetividade (do Platão ao Classicismo prevalecia à idéia do “belo em si” independente das obras individuais), como outros que defendiam a subjetividade (da onde decorreu a famosa frase criada a partir das idéias de David Hume: “Gosto não se discute”).

E a pergunta continua: Quem está certo?

Uma vez, conversando com um pintor/restaurador ouvi a seguinte frase: “Belo é aquilo que te agradar! Se você compra um quadro, por exemplo, você é o único que deve achá-lo bonito ou feio. Afinal de contas, quem vai olhar todo dia para a pintura não é o crítico de arte.”

“O que seria do azul se todos gostassem do vermelho” não é mesmo?

Apesar de entender que o julgamento sobre a beleza e a feiúra deve ser feito quando temos um mínimo de conhecimento estético, pois o gosto não é nada mais do que a capacidade de julgar sem ter preconceito (o amplo conhecimento afasta o preconceito), não acho correto discriminar àqueles que acham a beleza onde não vemos nada.

Cada qual acha o significado que mais lhe convém. Não vinga mais a idéia do “isso é bonito, isso é feio!”. As imagens que ilustram esse post, feitas pelo grande fotógrafo Robert Doisneau, são a máxima expressão de que cada qual pensa (e assim deve pensar) a sua maneira.

Há aqueles que olham com curiosidade e entusiasmo o nu, considerando talvez arte, talvez erotismo. Como também há aqueles que se assustam, ignoram, ou fazem até mesmo um olhar discriminador.

Todos os significados decorrentes da análise da imagem são verdadeiros, e devem assim ser considerados. Só devemos refutar aqueles, que com ares de sapiência milenar nos dizem: - Você é esquisito!.

FESTA DA GRAVATA































* CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS! *

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

lembrete

existem alguns filmes que podem ser consideravelmente bons, mas ainda não estão na lista de melhores filmes em cartaz e nem na lista dos que vale a pena assistir pelo simples fato de que eu ainda nao tive a oportunidade de sentar no cinema para desfrutar. Fica a dica:

Queime Depois de Ler, novo filme dos irmãos Coen.
Rede de mentiras, novo filme de Ridley Scott
Terra Vermelha
Pan-Cinema Permanente

Bons filmes.

Ps: Para quem gosta de estrelas, os galãs Brad Pitt e Leonardo Dicaprio lidéram as estréias: a comédia "Queime Depois de Ler" e o thriller "Rede de Mentiras"

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Se ta na moda vamos falar

o narrador em terceira pessoa ajuda o filme a criar personagens absolutamente humanos. Faz inclusive com que o filme brinque com um fato que acontece sucessivamente no cinema que é criar personagens estereotipados. O narrador anuncia os personagens estereotipademante e mais tarde, quando eles tomam vida própria, o que passa diante de nós são pessoas com aflições e contradições. Em cada diálogo a personalidade de cada um vai se tornando verídica dentro daquele contexto, tanto que só nos lembramos que é um filme quando o diretor faz questão disso. Ex: cena em que acontece um fade out fade in em forma de círculo.


Ps: Woody gosta de brincar com a questao filme/ espectador. Vide em A Rosa Purpura do Cairo.

Ps: Woody parece querer nos mostrar como se constrõe personagens, por isso anuncia algo na introdução que não concorda e depois acaba com aquilo.

Ps: ler o blog rafaelgomes.blogspot.com

Ps: melhor coisa de Vicky Cristina Barcelona: está todo mundo discutindo cinema. Finalmente um filme bom que as pessoas em geral assistiram.

Mais um pouquinho só...

Lembrei de "Os sonhadores", do não menos genial Ber Bertolucci. (com a turma do cinema, tem que citar o diretor! TEM QUE CITAR!)
Não sei também no que essa relação pode ajudar a intender alguma coisa, mas vamos fazer disso uma polêmica, afinal, estamos aqui pra isso.


E aí, rola ou não essa referência? (Ninguém me responda nunca vamos saber, por favor! Isso eu já sei, quero a opinião de cada um...)

Um pouco mais de Vicky Cristina Barcelona, um dos ingredientes do sucesso

OBRIGADO!

DE FATO, tenho que agradecer: o filme é o máximo! Não teria me perdoado se tivesse perdido a oportunidade de assisti-lo na telona. WOOD, um visionário! 

Queria, seguindo aquele papo de "interpretação" do filme, atentar para uma característica importante, que o pessoal da Letras adora: O NARRADOR 

O narrador do filme é em 3ª pessoa e falante, o que não é raro - todo filme da Disney tem, por exemplo: "era uma vez, uma princesa..." Mas logo ele desaparece e só é retomado no final: "viveram felizes para sempre". Wood vai por outro caminho. Primeiro, o narrador permeia toda a história nos contando suas impressões e mesmo os sentimentos dos personagens. É possível depreender também que esse narrador é omnisciente e está em todo lugar, nos mostrando o que quer, pois julga importante, e deixando de mostrar o que não ajudará o efeito que se quer criar. Muito diferentemente do narrador Kafkiano, em metamorfose - um exemplo mais conhecido - em que o narrador, apesar de em 3ª pessoa e supostamente omnisciente, parece só saber o que o próprio Gregor sabe e mais, só nos mostra o que o protagonista viu (salvo o final, mas até o próprio Kafka admite em suas cartas que acha defeituosa a mudança, quando o personagem morre... Eu não acho nada defeituosa, acho genial, mas enfim, deixemos eles de lado; o foco é outro!) 

Que efeito isso causa? O que o filme ganha com isso? 
MUITO! Pode parecer que não, mas ao que me parece, esse narrador era o único possível - não que nosso querido WA seja menos genial por isso, mas vejam:  
O que wood faz, no íntimo, é dar voz a câmera, não criar um narrador. Como assim? Percebam, todo filme tem um narrador, embora possa parecer que não. Quando vemos um muito compenetrados, ou lemos um livro bom (em 3ª pessoa, claro!) muitas vezes, nos esquecemos que tem alguém contando aquela história e ficamos só com a história propriamente dita; verdade ou não? No filme não é diferente. Temos que ter em mente que o ângulo que a cena nos é mostrada é escolha do narrador, não do diretor - entre mil aspas, por favor, antes que eu seja esfaqueado - toda sua subjetividade está lá, na maneira que ele resolveu nos contar cada momento. Embora os personagens pareçam mais independentes nos filmes do que nos livros (de novo: em 3ª pessoa) na verdade, não o são.  
A mágica dessa maneira de contar a história que o diretor escolheu é que podemos acreditar fielmente no que ele diz, pois, embora ele tenha sua subjetividade, não tem intenção nenhuma de nada, nem sabemos quem ele é, portanto, nos conta com verossimilhança o que sentiram, fizeram e viveram os personagens (e ele é omnisciente, claro!). Podemos, no próprio filme constatar isso, quando ele (narrador) nos diz como alguma personagem se sentiu, em muitos momentos, logo na seqüência, o personagem aparece contando o que sentiu, à sua maneira, mas no fim, nos dando o mesmo diagnóstico. 
Com isso, a história torna-se muito mais rápida, mas ao mesmo tempo, preserva-se todo o detalhismo característico do WA. Além disso, ele resguarda a atenção do público, que em sua maioria não é muita, para os momentos que julgou importantes. Imaginem se ele tivesse que mostrar tudo o que foi narrado rapidamente enquanto uma outra cena menos importante passava na tela. Doze horas de filme, ou mais! 
Enfim, não quero me aprofundar tanto nessa questão, era mais só pra chamar a atenção para essas questões:
1. Todo filme tem narrador - a câmera! Isso é óbvio quando esta está em primeira pessoa, tipo "pânico" em que você vê pelos olhos do assassino a cena, a faca à frente e a tela balança no ritmo do andar do vilão. Mas quando não é assim, esquecemos. O NARRADOR CONTINUA ALI! Outra pulga: no cinema, essa mudança de tipo de narrador não incomoda ninguém, mas e na literatura? 
2. Wood Allen é genial, em todos os sentidos e para todos os públicos (acho)! 

FUI!

PS: Personagem é substantivo masculino e feminino, não reparem se vario durante o texto...
E Tita, parabéns, musse (ou mousse) é substantivo feminino (lembra??), mas isso não anula a explicação que eu dei sobre o porquê de não ter nada a ver ser feminino em francês e em português. Enfim... BEIJOS A TODOS, agora fui mesmo!
PS2: Último, juro. HAJA DIGRESSÃO HEIN, - e haja texto, não achei que ia ficar tão grande, meu Deus... - Tentarei focar mais no próximo texto, mas estou com preguiça de mudar este (e acho que não ficaram ruins as digressões, de um modo geral, assim... tipo assim, sei lá, não é mesmo? Ah! Eu acho. Não? Ué, quem sabe? Vai saber... Tenho essa impressão, tá ligado? Por aí, aquela coisa, né? Você sabe!) 
E SE NÃO É ISSO? REBULIÇO! 

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Tudo que vai volta

pois é... acontece que eu vou ter que mudar o nome porque esse, senhor letras, está no plural, o que indica a existIência de mais de um boemio. Tínhamos planos para que tivessemos 6 boemios, por enquanto temos dois, até quando? Ao menos, se isso servir de consolo, dois já é plural!! Se nao é isso está omisso, olha aí silepse oculta, um beijo para você.

AO HENRIQUE

E uma coisa é verdade, HENRIQUE, se você não começar um blog próprio, mais um pouco - bem pouco - pra frente, deixar-lhe-ei esse de presente! (pouco me importa o resto! Que resto? Algum que acompanha o blog perguntaria... Pois é.) 

DESLANCHA MENINO! 
O Rafonildo (figura ao lado) quis vir também pra te incentivar, ele que escolheu e não sossegou até eu postá-lo, não pude negar... 



É isso! E se não é isso? 
Vocês já sabem! 

CONVITE

Os meus parabéns também aos irmãos Loureiro!! GENIAL! 

Além dos parabéns, gostaria de convidá-los, se interessar, a participar desse maravilhoso blog! Já que, se tratando de conteúdo postado, vocês já participaram mais - MUITO MAIS! - que os outros (Marcos e Perera) participantes. - Nada pessoal amigos, é a realidade. 
Caso aceito o convite, encaminho as burocracias e formalidades por e-mail. É coisa rápida, mas precisa ser feita.
Aproveito também para convidá-los, se interessar também, claro, a acompanhar o meu outro blog (silepse oculta - está no menu do blog aqui) e comentar, mantendo a qualidade e o estilo, estou precisando de leitores qualificados! EHEHEHE! 

É isso! 
Parabéns e obrigado por ajudar! É como já diziam: não basta ser pai, tem que participar!

Quando Allen toca Almodovar

Primeiro gostaria de dar os meus parabéns aos irmåos Loureiro pelo excelente comentário sobre o filme Vicky Cristina Barcelona. Depois dessa aula de psicologia e interpretaçåo de filmes é obvio que eu responderei qual é a cena. A cena é a que o Javier Barden leva a Vick para assistir a um show de violoes da Cataluna. A cena é muito parecida com a que o Caetano canta Cucurucucu em Fale com Ela.

Ps: a Bravo é uma revista que precisa ser lida e até nisso os irmåos eståo mandando bem. Próximo passo: comprar o livro de entrevistas com Woody que pela matéria dá uma vontade enorme de ler.

Retórica pós-moderna








A PRIMEIRA!! 
Porque propaganda é a alma do negócio

Só pra dar um gostinho, espero que tenham gostado.
As próximas, só no SILEPSE (para os mais íntimos) mesmo!

sábado, 22 de novembro de 2008

TEMAS

I....
I SI FOSSI FESTA DO PAVÃO?? (não vale preto nem branco)

OU, CABARÉ DO PAPAI NOEL?? 

Para refletir

"Grampear telefone é um crime que só a Justiça pode autorizar" Jésus Rocha, humorista

"Sou o primeiro, o segundo e o terceiro melhor do mundo." Cristiano Ronaldo, antes de contar o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto e o sexto gols da vitória de 6 a 2 do Brasil sobre portugal.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Woody em grande estilo


O novo filme do inigualável Woody Allen já está nos melhores cinemas do país há uma semana (e se você conhece algum cinema que não está com esse filme em cartaz tire-o agora mesmo de sua lista de cinemas freqüentáveis). A pergunta é: o que você tinha de mais importante para fazer do que assistir esse filme? E a resposta é óbvia: quase nada. Eu não vou nem considerar o fato de que o filme é do Woody, o que já seria motivo mais do que suficiente, eu vou considerar o fato de que esse é um daqueles filmes que meus pais gostam, minha avó gosta, minhas amigas (as mais e as menos interessadas em cinema) gostam, meus amigos, os críticos, todo mundo! E olha que isso é muita gente. Pode parecer hipocrisia, mas eu não estou pregando a ida ao Vicky Cristina Barcelona por ser um bom filme, prego porque acho que todos gostarão de por alguns momentos ser um daqueles maravilhosos personagens, senão todos. E prego, principalmente, porque acho que está mais do que na hora de dar uma chacoalhada nesses estereótipos de casais amorosos que estão soltos nas telas por aí. O filme nos obriga a pensar no amor e nas formas dele da maneira mais gostosa do mundo: rindo.

“A história do verão em Barcelona de Vicky e Cristina é um pequeno tratado do amor-paixão: os espectadores terão o prazer (ou desprazer) de se reconhecer em algum lugar do leque de experiências amorosas que o filme apresenta- é um leque pequeno, mas do qual escapamos pouco.” Contardo Calligaris

“O amor e a paixão não nos fazem necessariamente felizes, mas são uma festa e uma alegria porque deles podemos esperar ao menos isto: que eles nos tornem um pouco outros, que eles nos mudem” Contardo Calligaris, também em sua análise do filme.

Ps: Colaboradores do Blog, sei que não são espectadores assíduos de cinema, mas nesse caso garanto que vão gostar.

Ps2: quem gosta de cinema deve ter reparado a referência que Woody faz a uma cena do Fale com Ela do Almodóvar. Quero deixar aqui meus parabéns, uma vez que Almodóvar é um dos mestres na criação de personagens e filmando em Barcelona Woody está de mão dada com ele.

Amarante international

O nosso também queridinho Rodrigo Amarante acaba de lançar mais um projeto fora do grupo Los Hemanos. Ele que já participa da Orquestra Imperial e toca em duas outras bandas ( Devendra Banhart e Mega Plus) agora sai em turnê pelos EUA com sua outra nova banda Little Joy, seu trabalho mais expressivo pós Hermanos. A banda é composta por Amarante, Fabrizio Moretti, brasileiro radicado nos EUA e baterista dos Strokes e a cantora americana Binki Shapiro. Amarante avisa que fará show no Brasil em Janeiro. O som do Little Joy está no my space para quem quiser queimar a largada e conhecer mais um trabalho de ex-Hermanos. myspace.com/littlejoymusic

Camelo está de volta


Atenção, atenção para aqueles que curtem a banda Los Hermanos, o que não me parece muito o caso por aqui, imagine. O novo trabalho solo de Marcelo Camelo já está nas lojas perto de você. O músico mais uma vez consegue nos tocar profundamente com letras extremamente sensíveis e complexas. Apoiado pela banda instrumental Hurtmold, que, diga-se de passagem, toca para caral..., Camelo nos apresenta melodias um tanto quanto bem pensadas. Tudo bem... é claro que para quem é fã, ir ao show e ter que ficar sentado é um pouco frustrante. Não, o CD não é dançante. Mas para quem aprecia uma boa música e gosta de ouvir um mesmo CD varias vezes até perceber todos os detalhes de cada letra e arranjo, Camelo não decepciona. Viva!

Veja pequenos trechos das músicas que recheiam o álbum Sou, de Marcelo Camelo:

é de imaginar bobagem/ quando a gente fica na televisão/ toda dor repousa na vontade/ todo amor encontra sempre a solidão

pode ser até do corpo se entregar mais tarde/ parece simples mais a gente as vezes é/ e o amor é lindo deixo que quiser eu não me queixo em ser/ acho normal ver a vida feito faz o mar num grão de areia


E muito mais, mas não cabe aqui eu ficar me alongando. Até porque, vamos combinar que escutar é bem mais legal do que ler. Afinal, estamos falando de um CD.

Ps: é visível que fui influenciado pelo blog silepse oculta para escrever esse texto. Sendo assim, fica a dica para darem uma passada por lá e conferirem a análise de Sentimental.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

OLHA LÁ!

É isso aí, confiram a programação de hoje, que, me parece, o bicho vai pegar!!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Para refletir

AMOR/SEXO

Enquanto o imbecil do amor ficava naquele nhê-nhê-nhê, que todos conhecemos, o sexo inventava o lenocínio e a prostituição. 

Millôr Fernandes

Quem no mundo, quem?

Vamos fazer disso uma polêmica, por favor. 
Alguém conhece algum mesário voluntário? Põe na roda, por que ele resolveu se inscrever?
Confesso que li alguns depoimentos, as desculpas giram sempre em torno da mesma justificativa: 
1. Queria conhecer, ver como é ser mesário (uma experiência de vida maluca! Nossa que loucura, só de lembrar eu fico doido...)

Como assim, meu querido, como assim?







TEM O SITE, pra quem se interessar em ajudar nas eleições de 2010

Eu li, quando estava desempenhando minha função de mesário, nessas eleições de 2008, a seguinte frase num cartaz:

"Mesário, depois dos eleitores, você é a pessoa mais importante das eleições"

Fiquei triste de não ter conseguido achar na internet o tal cartaz, mas não faz mal; atentemos para uma coisa que pode passar despercebida:

NAS ELEIÇÕES, E PARA AS ELEIÇÕES - Ou você é eleitor, ou é mesário! (isso sem contar que os mesários também votam!)

O que quero dizer... Não há ninguém menos importante que nós (mesários)! De uma maneira eufemista, algum safado disse isso e passou despercebido!

Quem seria menos importante? As crianças? Os bebês? Os mortos? Os animais? Eles não participam das eleições... só me falta, ter que trabalhar oito horas num domingo às 7h da manhã e ainda ter que aturar essa!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Atenção, coisa absolutamente sem importância aqui.

Detalhes para "E tenha cuidado com a ponte à frente"

"E" - como quem diz: 
- O mais importante é não passar a mão na placa... A ponte? Ah! Tem a tal da ponte também, cuidado viu, mas não põe a mão na placa! 

Deus do céu


Sem mais. 

Otimo momento para assistir Romance

Romance é, a cima de tudo, um filme que precisa ser feito. Entretenimento sim, mas que de fato entretém. Romance não pretende ser uma obra prima, que bom. Esse é um problema recorrente em filmes feitos por aqui: pretendem ser de arte para crítico gostar e acabam fazendo uma grande porcaria que não é assistida por quase ninguém. Não podemos esquecer que em nosso país os filmes são feitos com dinheiro público. Calma, uma coisa de cada vez. Romance é um daqueles filmes que a gente não vê a hora passar. Romance é um daqueles filmes que para o espectador comum é intrigante e legal, mas não é simples o suficiente para que o espectador com maior repertório fique entediado. Romance tem alguns méritos como falar em tom irônico sobre as novelas, sobre o meio artístico “global”, patrocinadores e telespectadores, conseqüentemente, sobre manipulação. O filme faz com que tenhamos contato com Tristão e Isolda e passemos a conhecer essa estória, fala também de outras obras o que nos coloca no universo literário. Faz com que nos contestemos a respeito do amor, a respeito da rotina. Traz à tona o problema pelo qual o teatro passa e ainda sutilmente chama os espectadores de teatro de incompetentes. Ainda nos leva para o sertão, nos coloca em contato com um pouco de sua história e paisagem. Em uma trama muito bem montada, discorre sobre a importância da arte para quem a aprecia e para quem a faz.

O filme é assinado por Guel Arraes e quando digo assinado estou me referindo ao fato de que a obra tem de fato uma marca autoral, coisa imprescindível para grandes artistas.

Ps: assisti ao filme em uma seção lotada no Kinoplex Itaim de uma terça feira às 7h da tarde. Lotada devido à promoção interessantíssima que está sendo feita em que o ingresso para filmes brasileiros esta custando quatro reais. Dois reais a meia. Será mesmo que um dos problemas do cinema brasileiro não é o preço do ingresso? Fazendo uma conta rápida: coloquemos 15 reais como o preço médio do ingresso neste cinema. Pensemos que em um dia como esse nesse filme teria por volta de 15 pessoas na sala. 15 x 15 = 225. Coloquemos 3 reais como o preço médio do ingresso nessa promoção, a sala estava lotado, cerca de 150 pessoas. 3 x 150 = 450. Cinema também é negócio e como se vê baixar o preço não significa necessariamente perder dinheiro.

Os 2: Isso no Kinoplex, um cinema caríssimo e que não leva muito em consideração filmes de qualidade e nem filmes brasileiros.